Estilismo ou modelismo?

Ta aí pensando em fazer moda ou quer saber mais sobre? Vem que tem um vídeo incrível com o grande estilista brasileiro Alexandre Herchcovich explicando direitinho (mas de uma forma bem sucinta) o que fazem e quas são as diferenças entre um modelista e um estilista. Ó:

Playlist!

caeff11d20eca8a16fcd36bcc587c75bDepois do carnaval é que o ano começa, né?! Então, já pode preparar pra entrar no ritmo! Taí, ó, mais uma playlist pra fazer com que seus estudos, trabalhos e tarefas sejam menos chatos! É só clicar: 99 songs to make your homework better.

Crpeditos da imagem: Pinterest.

Hora de desinibir

Minha turma de filosofia foi incentivada, durante o semestre a, em cada aula, um aluno vencer a vergonha, ir lá na frente e contar uma história.

Tivemos toda a sorte de experiências: de O Pequeno Príncipe a Bukowski. Acredito que todos os alunos tenham tentado passar alguma mensagem inspiradora, fosse positiva, negativa, realista ou fantasiosa.

A minha eleita eu encontrei no Tumblr, muito tempo atrás:

Certa vez, um professor de filosofia deu, em sua prova final, apenas uma questão. A julgar pela expressão de seus alunos, tal questão era de resolução praticamente impossível: a maioria usou todo o tempo disponível, muitos escreveram a folha inteira, outros a deixaram em branco. Somente um garoto pegou a prova, sorriu, escreveu um par de palavras e entregou.Os demais alunos acharam aquilo muito estranho, mas prosseguiram com o raciocínio.No dia da entrega de notas, apenas esse aluno recebeu nota total. O resto da turma, com curiosidade, quis ver a resposta dele.A questão era assim: a foto de uma cadeira e a pergunta ‘O que vocês diriam para me provar que essa cadeira é invisível?’. O aluno apenas respondeu: ‘Que cadeira?’.

Achei genial de várias formas, mas principalmente pela mensagem: não torne complicadas as coisas simples.

A inspiração eu tirei do Alegria Compartilhada, álbum da banda carioca Forfun, que também vem assim, repleto de sentimentos bons.

E aí, gostaram da história? E da trilha sonora?

México e a morte

Dentre as disciplinas que eu curso agora, no primeiro período, está a filosofia. Confesso que eu tinha um certo pé atrás com essa matéria, porque não tive boas experiências com alguns professores que me deram aula.

Mas eu não poderia estar mais enganada – agora, é uma das matérias que fazem o curso valer a pena. Nessas aulas, o professor dividiu a turma em grupos e recomentou ao meu que fizesse um trabalho com uma temática que é um tabu: a morte.

Assim que ele nos comunicou nosso tema, veio à minha cabeça: por que não falar sobre o dia dos mortos mexicano? Pra quem não sabe, no México existem grandes celebrações para comemorar o dia dos mortos, pois acredita-se que nesse dia, os parentes já falecidos podem transitar pelo mundo dos vivos.

A festa mobiliza todo o país, é rica em cores e significados, e contraria a tradição da maioria dos países.

Pão dos mortos, comida típica dessa celebração.

Para o trabalho, li um artigo muito bom da Simone Andréa Carvalho da Silva, aqui.

O assunto é tão legal que a Pixar vai lançar um filme sobre essa temática lá pra 2013.

E vocês, o que acham? Legal ou estranho?

“O que temos de melhor aqui são as pessoas”.

Como estudante do curso de Comunicação Social – Jornalismo na Universidade Federal de Viçosa (UFV), foi dada à minha turma a incumbência de realizar entrevistas com presidentes de associações de bairros da cidade, afim de que conhecêssemos mais a fundo seus problemas, iniciando a interação com os cidadãos viçosences e dando voz a relevantes causas defendidas por esses. Segue a entrevista com Marcos Barbosa, do bairro Santo Antônio. Por Ana Luísa Mayrink e Mariana Rocha.

“O que temos de melhor aqui são as pessoas”

Marcos Barbosa, 42 anos, criado desde o nascimento no Santo Antônio, trabalha como técnico no departamento de física da Universidade Federal de Viçosa, preside da Associação de Moradores de seu bairro pela segunda vez, e fala com detalhes sobre os problemas enfrentados em seu bairro e os desafios de se administrar a associação.

Para que tenhamos um panorama de seu bairro, podemos traçar um perfil, levando em conta a infraestrutura, o número de habitantes, etc.?

Marcos Barbosa – O Santo Antônio hoje possui cerca de 8.500 habitantes, distribuídos em 64 ruas. Contamos com dois PSF’s, e uma escola pública. As calçadas estão em condições ruins, ou são inexistentes, e também não há posto policial.

Quais são os problemas do bairro?

MB – Além de problemas de infraestrutura, como a falta de calçadas e as péssimas condições de nossa escola, por exemplo, temos problemas com violência e drogas.

E o que tem sido feito para a melhoria?

MB – Com relação às calçadas e asfaltos, a associação vem fazendo o que pode para pavimentar as ruas. Já se tratando das drogas, a polícia está informada, e foi solicitado um posto policial aqui, mas a demanda por tais serviços é maior do que a oferta. Na verdade, uma viatura fixa por aqui resolveria, nem que fosse só pra intimidar, já que esse é um problema focalizado em apenas dois pontos do bairro, o Morro da Coruja e ao lado da Pathernon. A escola esteve caindo aos pedaços nos últimos anos. Em 2008 uma reportagem foi feita por alunos de jornalismo da UFV mostrando a situação. Após sua exposição, propôs-se um mutirão, mas algumas pessoas que eram as responsáveis por cuidar do levantamento de fundos para reformas se sentiram ofendidas, então se obteve a verba no fim do ano de 2011. Agora a associação pretende fiscalizar a aplicação do dinheiro, que fica a cargo da administração da própria escola.

No mais, temos feito reivindicações pela a instalação de unidades de lazer e interceptação do esgoto, além de melhorias na infraestrutura.

O que a associação faz para melhorar a relação com os moradores do bairro?

MB – Os administradores anteriores deixaram muito a desejar aqui na associação, porque eles eram presidentes, mas não iam a reuniões e nem reivindicavam melhorias. Durante muito tempo isso aqui ficou estagnado. No meu mandato, passamos a realizar eventos culturais, como festas juninas, sábado cultural, tudo com a participação dos moradores, primando pela integração dos mesmos. Eles são o que temos de melhor por aqui, as pessoas.

Como é a relação com a prefeitura, UMAM e partidos?

MB – A nossa relação com a UMAM é muito boa, só faltamos até hoje a uma reunião, por motivos pessoais. Acredito que o que falta é a UMAM colocar mais “a cara a tapa”, fazer mais movimentações, agir mais, já que ela tem muito mais força para conseguir as melhorias que precisamos, é ela quem deve articular com a prefeitura. A associação não possui partido, ela cobra da administração vigente, seja ela A ou B, melhorias, afinal, todos lá pagam seus impostos.

Por fim, quais são as realizações de seu mandato, em linhas gerais?

MB – São as reivindicações que fizemos. Tornamo-nos mais atuantes do que éramos antes, e. portanto, pudemos mostrar nossos problemas e cobrar soluções.